segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
domingo, 7 de janeiro de 2018
Resenha...
Em 2017...
Foram 365 dias intensos...
Mais de 400 apólices de automóveis emitidas e 150 de Empresariais...
Mais de 500 apólices residenciais, vida, Saúde, Odontológico, ...
Foram mais de R$ 300 Mil Reais em indenizações pagas...
Só nos resta agradecer a todos vocês, ...
E desejar um FELIZ 2018!!!.
MUITO OBRIGADO!!! E...
Quando você precisar de mim...
Lembra que estou bem aqui...
GRUPO INVEST BUREAU
sábado, 6 de janeiro de 2018
INVEST BUREAU - 15 ANOS!!!
Somos o GRUPO INVEST BUREAU DE SEGUROS E INVESTIMENTOS, trabalhamos há 15 anos trazendo segurança para você, sua família, sua empresa e seu patrimônio. Atuamos no mercado segurador e na gestão de patrimônio, garantindo tranqüilidade a nossos clientes e parceiros.
domingo, 22 de dezembro de 2013
Descubra o significado dos termos usados pelas seguradoras
Esclarecemos por que uma pessoa que contrata um seguro deve
buscar a maior cobertura possível pelo menor preço. Discutimos qual é a relação
entre sinistro, bônus e benefícos. Entenda o que é um sinistro, uma perda total
e uma apólice.
sábado, 26 de janeiro de 2013
Saiba o que é levado em conta na hora de calcular o seguro de um carro
O preço do carro usado está caindo. Os veículos ficaram, em média, 15% mais barato e até o IPVA foi reduzido em alguns estados. Entretanto, enquanto um valor cai, outro sobe. O seguro do carro não acompanha essa queda no preço. O publicitário Odenir Trevisani tem um carro de 2010. O seguro vence em fevereiro e ele não consegue entender as contas. No ano passado, o carro estava avaliado em R$ 31. Agora, vale R$ 26.500. A inflação oficial ficou em menos de 6%, segundo o IBGE, e o seguro passou de R$ 1.500 para R$ 1.750. “Meu carro vale duas vezes e pouco menos do que a inflação e meu seguro custa três vezes mais do que a inflação. É difícil entender”, diz o publicitário. A matemática dos corretores vai muito além apenas do preço do carro. Eles levam em conta o roubo, perda, batida. O modelo de carro muito roubado fica mais caro. Motorista que não tem garagem ou com histórico de colisões paga mais. A vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo, Cássia Del Papa, explica que as empresas levam em conta tudo isso na hora de calcular o valor da apólice.No ano passado, o número de roubos no estado de São Paulo subiu 10%. Ainda tem o alto índice de acidentes que podem provocar a perda total do veículo e a seguradora tem que dar outro carro para o cliente ou o reparo. Aí, o problema é o custo e a falta de peças que encarece o conserto.“A seguradora tem um custo. A cada 10 carros que ela segura, ela tem que deixar dois como reserva técnica. Significa que ela vai ter custo em pelo menos dois carros”, explica a vice-presidente. Para economizar no seguro, comprar um carro mais barato nem sempre é a saída, segundo os corretores. Em muitos casos, o preço da apólice de um carro popular, por exemplo, chega a R$ 3 mil, mesmo valor do seguro de alguns carros de alto padrão. A corretora aconselha que o consumidor faça o caminho inverso. Primeiro veja o custo do seguro, para depois escolher o carro. “Ligar para o corretor, fazer cotação e ver qual o melhor seguro e o melhor preço para o automóvel.”
O preço do carro usado está caindo. Os veículos ficaram, em média, 15% mais barato e até o IPVA foi reduzido em alguns estados. Entretanto, enquanto um valor cai, outro sobe. O seguro do carro não acompanha essa queda no preço. O publicitário Odenir Trevisani tem um carro de 2010. O seguro vence em fevereiro e ele não consegue entender as contas. No ano passado, o carro estava avaliado em R$ 31. Agora, vale R$ 26.500. A inflação oficial ficou em menos de 6%, segundo o IBGE, e o seguro passou de R$ 1.500 para R$ 1.750. “Meu carro vale duas vezes e pouco menos do que a inflação e meu seguro custa três vezes mais do que a inflação. É difícil entender”, diz o publicitário. A matemática dos corretores vai muito além apenas do preço do carro. Eles levam em conta o roubo, perda, batida. O modelo de carro muito roubado fica mais caro. Motorista que não tem garagem ou com histórico de colisões paga mais. A vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo, Cássia Del Papa, explica que as empresas levam em conta tudo isso na hora de calcular o valor da apólice.No ano passado, o número de roubos no estado de São Paulo subiu 10%. Ainda tem o alto índice de acidentes que podem provocar a perda total do veículo e a seguradora tem que dar outro carro para o cliente ou o reparo. Aí, o problema é o custo e a falta de peças que encarece o conserto.“A seguradora tem um custo. A cada 10 carros que ela segura, ela tem que deixar dois como reserva técnica. Significa que ela vai ter custo em pelo menos dois carros”, explica a vice-presidente. Para economizar no seguro, comprar um carro mais barato nem sempre é a saída, segundo os corretores. Em muitos casos, o preço da apólice de um carro popular, por exemplo, chega a R$ 3 mil, mesmo valor do seguro de alguns carros de alto padrão. A corretora aconselha que o consumidor faça o caminho inverso. Primeiro veja o custo do seguro, para depois escolher o carro. “Ligar para o corretor, fazer cotação e ver qual o melhor seguro e o melhor preço para o automóvel.”
Fonte:http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2013/01/saiba-o-que-e-levado-em-conta-na-hora-de-calcular-o-seguro-de-um-carro.html
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
O tempo
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Mario Quintana
FELIZ NATAL !
INVEST BUREAU CORRETORA DE SEGUROS
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Mario Quintana
FELIZ NATAL !
INVEST BUREAU CORRETORA DE SEGUROS
terça-feira, 2 de outubro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Samba, de Di Cavalcanti: US$ 25 milhões de seguro
Samba: quadro de Di Cavalcanti, que foi destruído no incêndio, em Copacabana, já foi estipulado: US$ 25 milhões
O valor que o colecionador Jean Boghici vai receber da seguradora pelo quadro Samba, de Di Cavalcanti, que foi destruído no incêndio em sua cobertura, em Copacabana, na última segunda-feira (13/08), já foi estipulado: US$ 25 milhões (R$ 50 milhões).
Na tarde desta quinta-feira (16/08) houve quem achasse essa cifra alta. Mas quem entende muito do assunto, afirma o contrário. Heitor Reis, ex-diretor do Museu de Arte Moderna da Bahia,atualmente sócio do Brazil Golden Art (BGA), comenta o caso: “Por ser uma das mais valiosas obras da arte brasileira, sem similar no mercado, e por tratar-se do melhor trabalho de Di Cavalcanti, o valor está adequado, é pertinente. É um trabalho simbólico na história da arte brasileira”, afirma.
Boghici comentou com seus amigos nessa quarta-feira (15/08) que partiria para Ipaipava, Região Serrana do Rio, onde é dono de uma bonita casa, para um pouco de descanso.
As causas do incêndio ainda não foram divulgadas. A polícia aguarda o laudo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli, o que deve acontecer a partir do fim da semana que vem.
Enviado por: Lu Lacerda http://lulacerda.ig.com.br/samba-de-di-cavalcanti-us-25-milhoes-de-seguro/
terça-feira, 17 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Seguros: dicas para escapar de golpes
A Susep adverte contra empresas ilegais que prejudicam segurados. A promessa de segurança pode se tornar uma armadilha na vida do consumidor desatento. Com a entrada no mercado de um número cada vez maior de seguradoras ilegais, cresce o risco de o cliente não receber o dinheiro investido na apólice, na hora em que mais precisar. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) orienta que futuros segurados sejam precavidos em relação à empresa que pretendem contratar. Uma lista no site www.susep.gov.br oferece garantia, com acesso gratuito. Outra medida importante para combater seguradoras clandestinas foi tomada junto à Receita Federal. Lista com nomes de 100 empresas nacionais e 15 estrangeiras foi enviada pela Susep ao Fisco, a fim de traçar o mapa da ilegalidade. "Um dos aspectos que serão analisados, por exemplo, é o uso indevido da denominação jurídica de associação. Nestes casos, além de descumprir as regras do setor de seguros, as empresas obtêm, irregularmente, benefícios tributários", explica o superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna. Ano passado, a superintendência multou a National Western em R$ 11 bilhões. A seguradora estrangeira encabeça lista de outras companhias na mira do Fisco.
De lupa
A CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) estima que o mercado segurador cresça, no País, cerca de 12,8% neste ano, com arrecadação total de R$ 246,86 bilhões. O mercado segurador clandestino é um risco assumido pelo próprio consumidor. Caso haja problema na execução do contrato, o cliente não pode recorrer ao Procon para reclamar.
Fonte: O Dia | Economia | RJ
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